Mãe da Sta. Esperança
Monjas Passionistas Mosteiro Mãe da Santa Esperança
HISTORIA
As Religiosas da Paixão de Jesus Cristo (Monjas Passionistas), têm como Fundador São Paulo da Cruz (1694-1775) e como Co-fundadora a Venerável Madre Maria Crucifixa de Jesus (1713-1787).
O Instituto nasceu com o primeiro mosteiro, Tarquinia, no dia 03 de maio de 1771. São Paulo da Cruz fundou uma nova família monástica com características próprias, diferente das existentes no seu tempo. As Monjas Passionistas diferem das outras claustrais pela especial missão, pela espiritualidade e pelo estilo de vida.
São monjas no sentido tradicional do termo. No seu gênero de vida estão incluídos os três elementos essenciais que as qualificam como monjas: contínua oração; acentuado espírito de penitência e separação do mundo.
O Instituto nasceu com o primeiro mosteiro, Tarquinia, no dia 03 de maio de 1771. São Paulo da Cruz fundou uma nova família monástica com características próprias, diferente das existentes no seu tempo. As Monjas Passionistas diferem das outras claustrais pela especial missão, pela espiritualidade e pelo estilo de vida.
São monjas no sentido tradicional do termo. No seu gênero de vida estão incluídos os três elementos essenciais que as qualificam como monjas: contínua oração; acentuado espírito de penitência e separação do mundo.
MISSÃO
A MISSÃO DA MONJA PASSIONISTAA missão da Monja Passionista na Igreja, emerge clara dos escritos de São Paulo da Cruz e, principalmente das regras, nas quais ele fixou a sua vontade, depois de madura reflexão e fervorosa oração: Contemplar, Viver e Difundir o Mistério da Cruz.
1 - CONTEMPLAR E VIVER EM SI MESMAS A PAIXÃO DE JESUS
Em 1765 Paulo escreve à Madre Maria Crucifixa: "Nós queremos fazer um mosteiro de almas grandes e santas, mortas a todo criado, e que se assemelhem nas santas virtudes, penitência e mortificação, a Jesus em sua Paixão e a Nossa Senhora das Dores, que deve ser a abadessa do mosteiro".
À mesma ele escreve depois de alguns dias de sua profissão religiosa: "As filhas da Paixão devem, não somente com o hábito, porém, muito mais com o coração, com a mente e com as obras, fazer um perpétuo luto por amor a Jesus Crucificado e medicar, com o exercício contínuo das virtudes as suas santíssimas chagas, sendo este o fim que se teve na instituição do seu Instituto".
E, em 1774, nas regras ele escreve: "As religiosas são obrigadas, como qualquer fiel a tender à perfeição cristã à perfeita caridade, mas tendo indelevelmente escrito no coração a santíssima vida, paixão e morte do dulcíssimo Jesus sacrificado no Calvário. Elas devem fazer a meditação "especialmente sobre os mistérios da vida, paixão e morte de Jesus Cristo".
Sobretudo nas sextas feiras, se dedicam à contemplação de Jesus Crucificado. Este dia será "como um dia festivo" e até o jantar meditarão a paixão do Redentor, lendo-a, ruminando-a e farão a via sacra, ou outra devoção, exercitando-se na mortificação para mais honrar a paixão do divino Esposo Crucificado. Neste dia se sorteará uma religiosa que, dispensada do trabalho visitará trinta e três vezes o SS. Sacramento, memorial da Paixão de Jesus Cristo.
![]() |
![]() |
2 - DIFUNDIR O MISTÉRIO DA CRUZ
A monja passionista não deve somente contemplar e viver em si mesma o mistério da cruz, modelando-se sobre Cristo paciente. É sua particular obrigação "promover o religioso culto e a grata memória da paixão e morte de Jesus Cristo". Para isto fazem voto especial.
"Deverão ter muito em conta a dilatação da devoção à Paixão de Jesus Cristo; por isso, a inculcarão no exercício da doutrina cristã, e farão o mesmo escrevendo, ou falando por necessidade ou por conveniência com os parentes e com outras pessoas seculares... Peçam à divina majestade conceder grande fervor e espírito aos promulgadores da referida devoção, como se costuma fazer entre os clérigos e leigos da Congregação da Paixão". (Regras, 1-2).
No capítulo da Regra onde descreve como ensinar a doutrina cristã às crianças, o Santo prescreve à religiosa destinada a desenvolver este apostolado: "Ensine também, de modo especial e fácil, a maneira de fazer a santa meditação, principalmente sobre a Paixão de Jesus Cristo, sendo este o fim principal do Instituto e recomende, com grande fervor, tal devoção; no final da catequese, faça um quarto de hora de meditação sobre a mesma".(Reg. 23,143).
É evidente que São Paulo da Cruz tenha confiado às suas filhas, a idêntica missão e espiritualidade dos religiosos passionistas. Levou, porém, em conta a diversidade dos dois institutos: contemplativo um e missionário o outro e, por isso, o quadro exterior de vida estabelecido para as religiosas é totalmente monástico.
São Paulo da Cruz não quis que as suas religiosas fossem "reclusas" ou "sepultadas vivas". Desejava ardentemente que fossem "mortas ao mundo" e "sepultadas em Cristo". (Regras,11,6). Isto mesmo desejava para os seus religiosos. Mas, o dever de atingir tão alta meta, não deveria impedi-las do relacionamento com o mundo e o exercício de alguma atividade apostólica.

São Paulo da Cruz não quis que as suas religiosas fossem "reclusas" ou "sepultadas vivas". Desejava ardentemente que fossem "mortas ao mundo" e "sepultadas em Cristo". (Regras,11,6). Isto mesmo desejava para os seus religiosos. Mas, o dever de atingir tão alta meta, não deveria impedi-las do relacionamento com o mundo e o exercício de alguma atividade apostólica.
Dispôs que se acolhessem na clausura, senhoras desejosas de fazer retiros espirituais; ordenou às monjas que ensinassem a doutrina cristã. Conforme fala o Santo nas regras, o ensinamento da doutrina cristã é obrigatório.(Reg.23).
Não lhes é imposto "no rigor do termo", uma estreita obrigação de aceitar retirantes na clausura. Dizemos, no "rigor do termo" e, "obrigação estreita", levando em conta o modo com o qual esta obra é anunciada nas regras: "Se houvesse senhoras civis desejosas de fazer exercícios espirituais... poderão recebê-las no lugar para isso destinado, dentro da clausura". Mas, da história se conclui o quanto fosse caro ao Santo o exercício deste apostolado.
Conforme o costume que vem das origens da vida monástica, e era muito difundida também no século XVIII, Paulo admitiu que suas religiosas pudessem ter no mosteiro adolescentes como educandas, com a condição de que tivessem a intenção de serem monjas.

PRESENÇA
Dia 26 de novembro de 1936 é a data da chegada das primeiras sete Monjas Passionistas no Brasil. Os inícios de uma fundação são sempre muito difíceis e não excluímos a fundação do primeiro mosteiro no Brasil.que teve como titular, Santa Gema e como sede, a cidade de Botucatu.
“Quem semeia entre lágrimas, com sorrisos colherá.”As Monjas Passionistas foram bem sucedidas e logo se juntaram a elas, outras jovens desejosas de viver, com fidelidade, o belíssimo carisma da Paixão de Cristo.
Em 1951 as monjas passionistas se transferiram para o bairro de Pinheiros em São Paulo, no espaçoso mosteiro construído pelos padres passionistas.
Quando no mosteiro “Santa Gema” já haviam trinta Monjas, em 1977, foi fundado o mosteiro “São Paulo da Cruz” na cidade de São Carlos, S.P. e em 1997 o Mosteiro Nossa Senhora de Fátima em Pato Branco, no Paraná. Em 1995 as monjas passionistas de São Carlos fundam o Mosteiro “Mãe da Santa Esperança” em São Luis de Montes Belos, GO.

O Mosteiro “Mãe da Santa Esperança” é o quarto fundado no Brasil. Atendendo o pedido do arcebispo metropolitano de Goiânia, Dom Washington Cruz, CP, que antes era bispo da diocese de São Luís de Montes Belos, aqui chegaram as monjas passionistas no dia 21 agosto de 1995. E, em 9 de julho de 1998 foi inaugurado o Mosteiro Mãe da Santa Esperança.
Integram a comunidade do mosteiro as monjas: Irª Maria Nazaré Ferreira, Irª Maria Inês Tomeyama e Irª Maria da Paz Prado.

A presença do mosteiro trouxe às famílias a vivência de uma espiritualidade da Cruz, da Paixão de Jesus Cristo que o povo tanto aprecia. Vários fiéis participam diariamente da missa matinal às 07:00 h e das novenas em Louvor à Mãe da Santa Esperança e Pentecostes, que são bem participadas e irradiadas pela emissora de rádio local: Rádio Vale da Serra.
Percebendo a acolhida e a partição do povo na vida orante do mosteiro, foi construído uma nova capela, a qual foi inaugurada no dia 23 de agosto de 2003 por Dom Carmelo Scampa, bispo que sucedeu a Dom Washington Cruz.


TRABALHOS
As monjas realizam os trabalhos domésticos internos do mosteiro e cultivo de plantas: hortas, jardins, frutas, etc. Além destes, realizam outros trabalhos para o próprio sustento, como: confecção de roupas bordadas à mão para as Igrejas, restauração de imagens sacras, confecção de cartões em papel vegetal, escrita em diplomas, etc.

VOCAÇAO
As monjas mantém contatos com as jovens que formam o grupo Paixão Pela Vida e com as integrantes do IMSP – Instituto Missionário Secular da Paixão, promovendo estudo sobre a Paixão de Cristo, Espiritualidade Passionista e Retiros.



Atualmente o Mosteiro Mãe da Santa Esperança recebe a presença de pessoas que buscam um encontro pessoal com Deus. O mesmo já recebeu a presença da Madre Terezinha – Carmelita, que fez um retiro de dez dias rezando a fundação do Mosteiro Carmelita em Tirndade – GO.

Os mosteiros passionistas do Brasil se reúnem anualmente no mosteiro de Santa Gema em Osasco – SP, para estudo e aprofundamento sobre o tema; Revitalização dos Mosteiros Passionistas no Brasil.

No ano de 2006, as monjas passionistas celebraram os 70 anos de fundação e presença no Brasil (1936 – 2006). Pe Augusto José Canali CP, presidiu a celebração do jubileu e fez a abertura do curso sobre a Revitalização das comunidades monásticas no Brasil.



Pe Norberto Donizeth Brocardo assessorou o curso de cinco dias que as monjas tiveram concluindo a celebração do jubileu.

COMO É BOM VIVEREM OS IRMÃOS SEMPRE UNIDOS. A UNIÃO FAZ A FORÇA. “É PRECISO APRENDER A CIÊNCIA DOS SANTOS AOS PÉS DE JESUS CRUCIFICADO” (SÃO PAULO DA CRUZ)

SÃO PAULO DA CRUZ
O QUE SÃO PAULO DA CRUZ QUIS PARA AS SUAS FILHAS:
Vida monástica verdadeiramente contemplativa, mas sem os vínculos dos votos solenes; perfeita clausura, mas sem o rigor daquela determinada pelo Concílio de Trento.
Estas são as duas mais relevantes peculiaridades, sob o plano institucional das monjas passionistas as quais se distinguem das outras monjas por uma especial e bem definida vocação.
Atualmente, as Monjas Passionistas, num total de 40 mosteiros, estão espalhadas pela Europa, Ásia e Américas.
Estas são as duas mais relevantes peculiaridades, sob o plano institucional das monjas passionistas as quais se distinguem das outras monjas por uma especial e bem definida vocação.
Atualmente, as Monjas Passionistas, num total de 40 mosteiros, estão espalhadas pela Europa, Ásia e Américas.
CONTATOS
MOSTEIRO MÃE DA SANTA ESPERANÇA
CAIXA POSTAL 07, CEP: 76100-000
SÃO LUIZ DE MONTES BELOS – GO
FONE: (0XX64) 3671-1337
SÃO LUIZ DE MONTES BELOS – GO
FONE: (0XX64) 3671-1337











